Vídeo: Entrevista na UPF-TV

maio 1, 2017 às 8:28 am | Publicado em Blogroll, Compaixão Zen Budista, Entrevista, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Professor de Darma Zen Budista, Vídeo | Deixe um comentário
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17-04-28EntrevistaUPFTVNo dia 28 de abril, 2017, foi gravada, no jardim da televisão UPF-TV, da Universidade de Passo Fudo, a entrevista da Monja Isshin com a jornalista Afani Baruffi. Foi uma conversa breve, mas muito, muito agradável! Gassho

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Vídeo: Try

julho 17, 2014 às 10:12 am | Publicado em Compaixão Zen Budista, Música, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Vídeo, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário

Um dos aspectos mais importantes da nossa prática é aprender a aceitar o mundo como ele é, as pessoas como elas são e a nós mesmos como somos. Aceitar, com sabedoria e compaixão. Simplesmente aceitar – sem apego e sem aversão.

Isto não significa nos tornarmos passivos, sem ação para corrigir injustiças ou erros. Simplesmente significa ter a visão clara para reconhecer e aceitar aquilo que está à nossa frente para, a partir daí, decidir como vamos agir.

As mulheres recebem muitas “mensagens” que incentivam a autorrejeição: “Preciso usar cosméticos, porque o meu rosto não é ‘bonito’”; “Preciso comprar xampus especiais, condicionadores etc., porque o meu cabelo não é ‘bom’”; “Preciso usar sapatos de salto alto, estragando a minha coluna, porque as minhas pernas ficam ‘feias’ quando uso sapatos baixos”; “Preciso fazer uma plástica, porque meu nariz é ‘grande’” – uma lista infindável de ‘defeitos’.

Por isso, achei superlegal esta música de Colbie Caillat e convido todas as mulheres a refletir: não é preciso tanto esforço!

Vamos aprender a gostar de nos mesmas?

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Try

Tentar

Put your makeup on Coloque sua maquiagem
Get your nails done Faça as unhas
Curl your hair Enrole o cabelo
Run the extra mile Corra um quilômetro a mais
Keep it slim so they like you Continue magra para que eles gostem de você
Do they like you? Eles gostam de você?
.
Get your sexy on Mostre sua sensualidade
Don’t be shy, girl Não seja tímida, garota
Take it off Tira tudo
This is what you want to belong Este é o lugar que você quer pertencer
So they like you Para que eles gostam de você
Do they like you? Eles gostam de você?
.
You don’t have to try so hard Você não precisa se esforçar tanto
You don’t have to give it all away Você não precisa entregar tudo
You just have to get up, get up, get up, get up Você apenas precisa se levantar, se levantar, se levantar
You don’t have to change a single thing Você não precisa mudar nada
.
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try Vooê não precisa tentar
You don’t have to try Vooê não precisa tentar
OOh OOh
OOh Ooh
.
Get your shopping on Vá fazer compras
At the mall No shopping
Max your credit cards Aumente o limite do seu cartão de crédito
You don’t have to choose Você não precisa escolher
Buy it all Compre tudo
So they like you Para que eles gostam de você
Do they like you? Eles gostam de você?
.
Waiting a second Espere um segundo
Why should you care Por que você deveria se preocupar
What they think of you Com o que eles dizem sobre você
When you’re all alone Quando você está sozinha
By yourself Sozinha
Do you like you? Você gosta de si mesma?
Do you like you? Você gosta de si mesma?
.
You don’t have to try so hard Você não precisa se esforçar tanto
You don’t have to give it all away Você não precisa entregar tudo
You just have to get up, get up, get up, get up Você apenas precisa se levantar, se levantar, se levantar
You don’t have to change a single thing Você não precisa mudar nada
.
You don’t have to try so hard Você não precisa se esforçar tanto
You don’t have to bend until you break Você não precisa se curvar até se quebrar
You just have to get up, get up, get up, get up Você apenas precisa se levantar, se levantar, se levantar
You don’t have to change a single thing Você não precisa mudar nada
.
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try Vooê não precisa tentar
.
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try Vooê não precisa tentar
You don’t have to try Vooê não precisa tentar
.
Nooh Não
OOh OOh
.
You don’t have to try so hard Você não precisa se esforçar tanto
You don’t have to give all away Você não precisa entregar tudo
You just have to get up, get up, get up, get up Você apenas precisa se levantar, se levantar, se levantar
You don’t have to change a single thing Você não precisa mudar nada
.
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try, try, try, try Você não precisa tentar, tentar, tentar, tentar
You don’t have to try Vooê não precisa tentar
You don’t have to try Vooê não precisa tentar
.
Take your make up off Tire a sua maquiagem
Let your hair down Solte o seu cabelo
Take a breath Respire
Look into the mirror at yourself Olhe-se no espelho
Don’t you like you? Não gosta de você?
‘Cause I like you Porque eu gosto de você

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letra encontrado no site Vagalume

Lançamento de livro infantil do Mestre Zen Saikawa Roshi

fevereiro 25, 2014 às 7:24 pm | Publicado em Compaixão Zen Budista, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Professor de Darma Zen Budista, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário

Lançamento de “A Jornada de Tarô” ocorre em 15 de março na Livraria Cultura

Livro infantil de Saikawa Roshi ensina solidariedade e compaixão

ILUSTRAÇÃO: Dosho Saikawa Roshi

ILUSTRAÇÃO: Dosho Saikawa Roshi

A Livraria Cultura e a Companhia das Letrinhas convidam para o lançamento do livro “A Jornada de Tarô”.

Com a presença da autor Dosho Saikawa Roshi, Abade do Templo Busshinji, da tradutora Heloisa Prieto, praticante na Sangha Kaya, e contação de histórias por Andi Rubinstein.

Escrita pelo mestre Dosho Saikawa Roshi, esta fábula nos fala de um dos princípios do Zen Budismo, trazendo mensagens de paz e tolerância, assim como ensinamentos importantes de solidariedade e compaixão universais.

Para quem quiser conhecer um pouco mais sobre a origem do livro “A jornada de Tarô”, e sobre o contato de Saikawa Roshi com o público infantil, pode ler texto publicado pela escritora Heloísa Prieto na Folha de S. Paulo, em agosto de 2013.

A Folha também publicou trecho das aventuras de Tarô, em matéria especial de agosto.

São Paulo
Sábado, 15 de março, às 11h
LIVRARIA CULTURA – TEATRO EVA HERZ
Av. Paulista, 2073 – Conjunto Nacional
Telefone: 3170-4041

Vídeo: Politicamente correto ou emocionalmente correto?

fevereiro 22, 2014 às 10:13 pm | Publicado em Blogroll, Compaixão Zen Budista, Cultura de Paz, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Uncategorized, Vídeo, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário
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Segue mais uma palestra de TED. Agora temos a comentarista de Fox News, Sally Kohn, falando sobre a diferença entre o politicamente correto e o emocionalmente correto nos nossos relacionamento. Neste processo está nos falando sobre a Fala Correta (uma parte do Caminho de Oito Aspectos da nossa prática budista) e a Compaixão. Uma palestra maravilhosa!

Vídeo: 99 problemas

janeiro 31, 2014 às 12:45 pm | Publicado em Blogroll, Compaixão Zen Budista, Meditação em Porto Alegre, Uncategorized, Vídeo, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário
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Esta palestra da série TED, de Maysoon Zayid, nos leva numa reflexão bem humorada sobre a discriminação e a superação de limites.

“Com graça e humor, a comediante árabe-americana nos leva em uma turnê das suas aventuras como atriz, comediante stand-up, filantropa e defensora dos deficientes.” – TED

Podemos questionar o professor (2)?

janeiro 15, 2014 às 9:03 am | Publicado em Blogroll, Compaixão Zen Budista, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Professor de Darma Zen Budista, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário
Dokusan (entrevista individual)

Dokusan (entrevista individual)

(ler parte 1 deste artigo)

Um texto que li de um professor de Dharma norte-americano explicava que entre 80 e 90% das reclamações dos alunos são baseadas em projeções (“Freud explica”) ou em erros de interpretação de algo que foi dito, mas que em cerca de 10 a 20% destas ocorrências o aluno tem alguma razão (parcial ou total) e quem sai ganhando (aprendendo) é o próprio professor.

Nunca tentei fazer as contas, então não sei se estes números combinam precisamente com a minha experiência, mas certamente posso dizer que acho uma delícia quando a reclamação de um aluno me alerta para algum ponto do meu trabalho que eu posso (e devo) melhorar.

Quando comecei a cuidar desta nossa Sangha aqui em Porto Alegre uns anos atrás, vi-me distante dos professores a quem eu pudesse consultar. Então, decidi considerar a entidade “Sangha” como a minha professora no dia a dia. Consequentemente, faço questão de procurar ouvir meus alunos e refletir sobre o que eles falam, mesmo que às vezes eles achem que não os estou ouvindo ou dando bola aos seus sentimentos e ideias.

Já recebi telefonemas acalorados de membros da Sangha incomodados com algo que eu fiz ou disse. Algumas vezes, parecia até que saía fogo pelo telefone, de tal modo que, ao fim da conversa, eu me sentia chamuscada! Mas adoro estes debates! Às vezes, dou razão ao aluno; outras vezes, a discussão se prolonga enquanto procuro levar o aluno a abrir mão de seu ponto de vista e compreender o meu ensinamento. Nem sempre dá certo, mas o que eu mais aprecio é justamente o envolvimento e a sinceridade destes alunos que vêm me questionar.

Quando um aluno fica calado não posso fazer nada, fico de mãos amarradas. Posso até estar vendo o “problema”, mesmo quando ele só existe na cabeça do aluno. Posso até saber exatamente o que o está incomodando, mas enquanto ele não chegar e falar comigo, fica difícil arranjar uma maneira de abordar a questão. Às vezes, um aluno calado simplesmente abandona a prática – que pena! Outras vezes, ele procura um outro professor com o desejo de passar a ser seu aluno, fugindo do primeiro.

Neste caso, geralmente, o novo professor manda o aluno de volta ao professor original com a instrução de resolver o seu assunto com ele, especialmente no caso do aluno ser alguém que já recebeu ordenação monástica, os preceitos leigos, ou foi aceito como postulante. Este aluno é considerado uma pessoa que “já tem professor”. Todos os professores conhecem muito bem as diferentes fases do treinamento e, por experiência própria, os vários tipos de crises pelos quais podem passar os alunos.

De fato, um aluno com ordenação monástica ou que já foi aceito como postulante por um professor plenamente qualificado e licenciado passa a ser um tanto “suspeito” quando tenta trocar de professor. Deixar o seu professor é muito mal visto mesmo quando o aluno tenha toda razão nos seus motivos. Pode levar até mesmo vários anos para que ele prove o seu mérito para o novo professor e seja realmente aceito – se é que conseguirá… Na escola Sōtō Zen, quando um aluno já recebeu a ordenação monástica e registro oficial, para trocar de professor é obrigatória a assinatura (concordância) do professor de ordenação!

Se este aluno já ficou “conhecido na praça” como uma pessoa problemática, a coisa fica mais complicada ainda. Na realidade, geralmente, ninguém quer por as mãos nestes casos. Os professores conversam entre si e não pensam em “roubar” alunos uns dos outros. Já soube de um caso em que um monge-aprendiz (zagen), já famoso pelos casos que criava, tentou trocar de professor, mas acabou sendo expulso e proibido de entrar novamente no templo quando se negou a atender à solicitação de tirar o lixo. Era uma tarefa que iria requer somente 5 minutos, mas este monge-aprendiz não quis fazê-la e não houve segunda chance.

Um aluno que não consegue dar certo com um professor devidamente qualificado e licenciado, na maioria das vezes, também não dará certo com um segundo. Então, é muito importante que o aluno faça tudo ao seu alcance para resolver os seus assuntos – seus questionamentos – com o seu professor.

O que não deve ser feito é questionar o professor em público – isto é desrespeitoso e não é aceitável. Também, não podemos considerar os chats, messengers, grupos de discussão ou e-mails – qualquer coisa de internet – como dokusan (entrevista individual). Tampouco podemos achar que uma conversa por telefone ou até durante uma aula ou mesmo uma discussão informal “de corredor” valem como dokusan – que é um espaço reservado precisamente para o aluno investigar os seus questionamentos junto ao seu professor.

Respondendo à pergunta inicial: Sim, podemos – e devemos – questionar o nosso professor, desde que o façamos da forma correta. A grande maioria dos professores deseja que seus alunos falem sobre o que se passa com eles, numa conversa aberta e franca.

Podemos Questionar o Professor (1)?

janeiro 13, 2014 às 10:19 am | Publicado em Blogroll, Compaixão Zen Budista, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Professor de Darma Zen Budista, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário
Dokusan

Dokusan

O Zen, especialmente o Rinzai Zen, está repleto de histórias – às vezes bastante dramáticas – de confrontos entre aluno e professor. Embora fato mais recorrente naquela escola, também não deve ser desprezado em relação à escola Sōtō.

Há professores que não admitem qualquer tipo de questionamento, mas há outros que se deliciam com a oportunidade de ensinar – e até aprender – que surge quando um aluno coloca, talvez em tons bem fortes, os seus questionamentos. Acredito que não há um único monge-em-treinamento que não passe por momentos em que “tem certeza” sobre uma longa lista de reclamações, que geralmente inclui:
“O meu professor não me entende.”
“… está sendo injusto comigo.”
“… está sendo excessivamente exigente.”
“… está sendo muito duro comigo.”
“… não me ouve.”
“… está maltratando alguém (e isto me deixa com medo, raiva, e/ou “tal” sentimento).”
“… é bravo demais.”
“… não reconhece quanto eu me esforço.”
“… cobra demais.”
“… tem favoritos (e não sou um deles).”
“… está simplesmente errado.”
“… não sabe do que está falando.”
“… está quebrando os preceitos.” Etc.

De certa forma, enquanto o aluno não tenha aderido a pelo menos uma destas “crenças” e sua crise correspondente, ainda não se iniciou na verdadeira prática. A primeira fase da prática é uma espécie de “lua de mel”, mas a prática mesmo só começa quando a lua de mel acaba, desde que o aluno tenha-se mantido firme, sem abandonar a prática… Muitos professores até procuram provocar o fim da lua de mel para poderem começar a realmente ensinar ao aluno.

. ler a Parte 2.

Retiro com clero da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil

dezembro 13, 2013 às 8:44 pm | Publicado em Compaixão Zen Budista, Diálogo Interreligioso, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Uncategorized, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário
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Tive a honra e alegria de liderar um retiro de um dia com membros do clero da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – Diocese Meridional no dia 9 de dezembro. A atividade foi realizada no Seminário Teológico Dom Egmont Machado Krischke (SETEK) de Porto Alegre.

Junto com 24 clérigos (bispos) desta igreja, tive a oportunidade de compartilhar a minha experiência de busca espiritual e liderar o grupo numa troca de ideias sobre o significado e prática da Compaixão. Apresentei alguns textos budistas (Sutras Clássicos de Buda, Mestre Dogen e Dalai Lama) e orientei três tipos de meditação budista (zazen, tong-len e metta). Finalizamos a discussão com uma visão geral do livro “12 Passos para uma Vida de Compaixão” da historiadora de religiões e idealizadora do Charter for Compassion (Carta pela Compaixão) Karen Armstrong.

Foi uma experiência ímpar! Num espírito do verdadeiro diálogo inter-religioso, o evento foi iniciado com a liturgia anglicana e encerrada com o verso Zen Budista Enmei Jukku Kannon Gyô (Sutra de Kanzeon em Dez Frases) e a Transferência dos Méritos.

Afirmou um dos participantes: “Passamos um dia investigando e compartilhando as nossas semelhanças no caminho espiritual em lugar de focar as nossas diferenças.”

. Assinar a Carta pela Compaixão

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Dia nacional de consciência negra

novembro 20, 2013 às 9:24 am | Publicado em Blogroll, Compaixão Zen Budista, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Vídeo, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário

Consciência negra – consciência humana… .

O dia 20 de novembro é uma data para lembrar a resistência do negro à escravidão e as atividades em favor da recuperação da plena dignidade humana e fim do preconceito e auto-preconceito (quando o próprio negro se julgue inferior ou “feio”).

O Budismo, desde o seu início, sempre foi uma religião de não-discriminação. Recebeu na sua comunidade de monásticos os “intocáveis” e as mulheres, considerando que todos eram capazes de alcançar a Iluminação. Apesar do fato que, historicamente, nem sempre os países budistas conseguiram praticar este ensinamento de não-discriminação, conforme ensinado, mas a mensagem continuou viva e chegou até nos.

Faço votos que possamos aprender a abrir mão de todos estes variados tipos de preconceitos – raciais, culturais, étnicos, religiosos e sexuais – para podermos viver juntos em paz, harmonia e respeito mútuo.

Pessoalmente, adorei um vídeo de um neonazista racista (que defende tornar uma cidade norte-americana numa área “somente branca”) na hora em que soube – numa programa de TV ao vivo –  o resultado de seu teste de DNA onde consta que ele possui 14% de genes africanos e não é tão “branco” assim, não! A sua luta contra os negros virou uma luta contra si mesmo! Bem merecido! Mesmo sem entender inglês, dá para captar o espírito da coisa! Assista ao vídeo na página Black Voices do Huffington Post.

Lembro a todos o documentário SOU, produzido pelo membro-praticante da nossa Sanga Águas da Compaixão, Andreia Sôtoku Vigo, como parte do kit multimídia do Projeto RS Negro:

Mais informações estão disponíveis no artigo publicado ano passado.

Todo o material do kit Projeto RS Negro está disponível no site da PUCRS. Lá você pode baixar o Livro RS Negro e a Revista RS Negro em formato pdf, ouvir as músicas, etc. Não deixe de assistir ao vídeo “extra”, que se inicia com um rap maravilhoso e bem-humorado, além de entrevistas.

Vídeo: Karma Ghost (Fantasma Carma)

novembro 18, 2013 às 9:32 am | Publicado em Compaixão Zen Budista, Meditação em Porto Alegre, Prática Zen Budista, Preceitos Budistas, Uncategorized, Vídeo, Zen Budismo em Porto Alegre | Deixe um comentário

Este vídeo conta uma história – de humor negro – sobre os efeitos cumulativos do carma negativo. Lembre que podemos criar carmas positivos ou negativos – mas a personagem desta história só cria carmas negativos…

Temos cenas que mostram como a ignorância causada pelo carma negativo pode nos deixar cegos, provocando a criação de mais carma negativo. Mostra também a maneira como, quando um determinado carma (positivo ou negativo) é “gasto”, o fantasma do desenho tira a camiseta com o rótulo daquele carma e deixa de acompanhar a pessoa.

É importante lembrar que, sendo uma história animada, conta uma versão hiper-simplificada sobre o funcionamento da Lei de Carma. Na realidade, esta Lei é extremamente sutil e complexa, envolvendo fatores mentais e sociais quase impossíveis de se imaginar.

No Zen, falamos pouco sobre a Lei de Carma ou sobre Méritos para evitar a formação de uma “mentalidade de contabilidade” (carma positivo – carma negativo = o meu saldo cármico). Mas, nunca imaginamos que se pode “escapar” da Lei de Carma. No passado, chegaram a ter algumas pessoas chegaram a afirmar que atos praticados no estado de “mushin” (não-mente, um estado transcendental do “Vazio”) seriam atos isentos da criação de carmas negativos ou positivos, mas este é um argumento que entra em conflito com os ensinamentos do Buda e deve ser totalmente desconsiderado.

A prática Budista, como ensinado pelo Buda, tem três aspectos (sikkhā), os Três Treinamentos (sikkhā ou Sangaku 三學): 1. Estudo (o treinamento superior da sabedoria) 2. Moralidade (o treinamento superior da virtude) e 3. Meditação (o treinamento superior da mente).

Desta forma, o cultivo da moralidade, através da prática dos Preceitos, é indispensável para o Caminho de Buda.

. outros vídeos do mesmo artista no site Billyblob.

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